Pratos divertidos com alimentos coloridos

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Por Nutricionista Raquel Righi

Uma otima ideia que irá agradar e chamar a atenção dos pequenos é fazer figuras com os alimentos, colorindo o prato e a imaginação.
A figura que envio para vocês foi criada pela “Gaivota artesanatos” e vale a pena fazer em casa
Simples, fácil mas muito nutritivo e atraente.

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Raquel Righi Reis

Nutricionista

CRN-MG 9476

(31)9143-9341

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Estudo mostra correlação entre alimentação da mãe e hábito alimentar da criança

Por Nutricionista Raquel Righi

Estudo feito com 3000 mil britânicas, confirmou a correlação entre o hábito alimentar da mãecom os  filhos e do pai com os filhos.
As gestantes responderam um questionário de frequência alimetar e posteriormente as crianças (com 9 e 11 anos) responderam o mesmo questionário durante três dias.
A ingestão materna de carboidratos, proteínas e gorduras no pré e pós-natal foi positivamente associada com a ingestão dos mesmos nutrientes pela criança. Ou seja, quanto maior o consumo desses macronutrientes pela mãe, maior a ingestão pela criança e, portanto, maior o crescimento da criança. Entretanto, esta associação foi mais forte no período pré-natal. Baseados nestes resultados, os autores relatam que “as gestantes devem ser encorajadas a adquirir hábitos alimentares saudáveis durante a gestação para beneficiar o desenvolvimento do feto e o hábito alimentar da futura criança”. A comparação da alimentação do pai com a do filho não apresentou os mesmos resultados. Houve forte associação mãe-filho para a ingestão de proteínas e gorduras e uma fraca associação pai-filho em relação ao consumo de carboidratos.
O principal fator influente sobre a massa gorda da criança foi o consumo de gordura e, para a massa magra, o consumo de carboidrato. Uma vez que os nutrientes ingeridos pela mãe tiveram relação direta nos nutrientes escolhidos pelo filho, a alimentação materna se torna um fator diretamente ligado a composição corporal de seus filhos.
“Como as associações de alimentação mãe-filho foram mais fortes no período pré-natal, é possível que isto reflita efeitos intra-uterinos sobre o apetite da criança, já que a glicose, os aminoácidos e os ácidos graxos são transportados através da placenta”, explicam os autores.

 

Ácido Fólico e Zinco

Por Nutricionista Raquel Righi

Olás Mamães!

Gostaria de me apresentar, meu nome é Raquel, sou nutricionista e junto com o Bebe-à- Porter falaremos um pouco sobre nutrição durante a gestação e amamentação.

Vamos começar falando um pouquinho sobre ácido fólico e zinco.

É de conhecimento de todos que a gestação é um período em que o corpo da mulher demanda muitos cuidados devido as alterações hormonais que ocorrem nesse período.
Normalmente as mamães ficam muito atentas a suplementação de ácido fólico.

É fato sim, que  esse suplementação é de extrema importância principalmente para a formação da coluna vertebral do bebê.

Porém essa suplementação deve ser acompanhada de uma alimentação ou suplementação de Zinco pois para utilizar todo o ácido fólico o nosso corpo precisa “gastar” o zinco.

Vale ressaltar aqui que o zinco é um mineral muito importante para o corpo por participar de diversas reações e por ser um poderoso antioxidante.O zinco tem várias funções. Seu papel é crucial no crescimento e na divisão das células, quando é necessário na síntese de proteínas e de DNA, na atividade da insulina, no metabolismo dos ovários e testículos e no funcionamento do fígado. Como componente de muitas enzimas, está ligado ao  metabolismo de proteínas, carboidratos, lipídios e energia.

Alguns alimentos onde vocês poderão encontrar o Zinco: oleaginosas (castanhas e grãos), leite e derivados (porém em pequenas quantidades), feijões e lentilhas e as sementes de abóbora.